terça-feira, 23 de julho de 2013

Conheça a BEM do Grajaú



A Biblioteca Escolar Municipal do Grajaú- Clarice Lispector é unidade integrante da 2ª Coordenadoria Regional de Educação, da Gerência de Mídia Educação, da Secretaria Municipal de Educação, da Prefeitura do Rio de Janeiro. Suas atividades, sob supervisão e coordenação de uma subgerência, são orientadas no sentido de ampliar a oferta de informação cultural à comunidade a que serve, facilitando ao público em geral o acesso ao livro e estimulando o gosto pela leitura.


Histórico:

Atos Oficiais de criação:
- Data da Fundação: 12/04/65
- Dispositivo legal: Lei nº 784 de 12/04/65
- Publicação: D.O. da GB de 28/04/65
- Inauguração: 18/10/74

A ideia de criar uma biblioteca para atender o bairro do Grajaú, partiu do professor Diofrildo Trotta, então Diretor da U.I. Francisco Campos.
Foram feitos entendimentos com o Lions Clube do Grajaú que se propôs a construir as dependências para a Biblioteca.
No mês de fevereiro de 1972, todo o acervo que pertencia à biblioteca do Colégio, foi doado à futura Biblioteca Regional do Grajaú. A Divisão de Documentação e Biblioteca designou um grupo de funcionários que iniciou os trabalhos de organização.
A Biblioteca funcionou apenas internamente durante o ano de 1972.
Em 26 de fevereiro de 1973, a Biblioteca foi entregue ao público pelo Lions Clube do Grajaú, porém, por falta de mobiliário e precariedade do prédio, permaneceu fechada durante o decorrer do ano.
A 18 de outubro de 1974, a Biblioteca Regional do Grajaú foi aberta ao público, por ocasião da inauguração, quando o prédio da Biblioteca foi oficialmente doado à Divisão de Documentação e biblioteca pelo Sr. Ney Pereira Tinoco, na época Presidente do Lions Clube do Grajaú.
A partir desta data, a Biblioteca Regional do Grajaú funcionou sem interrupções e um dos objetivos da Secretaria de Educação e Cultura era a ampliação de sua área, para melhor atendimento a seu público.
A Biblioteca passou a pertencer a Secretaria Municipal de Cultura e permaneceu nesta Secretaria até 2010 com o nome de Biblioteca Popular Municipal do Grajaú - Clarice Lispector.
Em 2011 o Decreto N.º 33.444 de 28 de Fevereiro, Altera a estrutura organizacional das Secretarias Municipais de Cultura – SMC e de Educação – SME e a Biblioteca é transferida para a Secretaria Municipal de Educação, passando a ser chamada de Biblioteca Escolar Municipal do Grajaú- Clarice Lispector.

Chefes da Biblioteca Regional do Grajaú

- Wanda Coelho e Silva – Responsável pelo expediente de 1974-1975
- Regina Célia Voguel Pereira – 1975- 1987
- Marilia Coelho Nóbrega Martins -1988-1992
- Ruth Pontes Oliveira – 1993
- Maria do Céu Fragoso Guedes – 1994
- Lucia Helena dos Santos Araújo – 1995
- Isaura Campos Rodrigues Silva – 1995-1996
- Claudia Rodrigues Gomes – Bibliotecária Subgerente III – abril de1996 - até a presente data.

Missão:

Como Biblioteca  escolar e pública, tem a finalidade precípua de contribuir para o aperfeiçoamento do indivíduo, em seus aspectos educativo, cultural e social, sem distinção de raças, credos políticos ou religiosos e níveis sociais, favorecendo e fomentando a livre circulação do pensamento e das ideias, através da utilização do livro e outros materiais especiais.

Objetivos:
1) Educativos:
·         Oferecer os meios necessários para que o usuário possa usufruir dos benefícios da Educação Permanente;
·         Complementar os programas regulares de eduação;
·         Promover a criação de recursos especializados.
2) Informativos:
·         Oferecer aos usuários, a informação desejada com a rapidez necessária, especialmente no tocante a assuntos da atualidade;
·         Oferecer referências  de outras fontes especializadas ou não de informação.
3) Culturais:
·         Promover e favorecer a utilização da biblioteca como polo de difusão cultural;
·         Assumir a iniciativa de organizar atividades culturais, tais como     conferências, debates, apresentações artísticas, encontros com escritores, noites de autógrafos, etc;
·         Participar positivamente da vida artística da comunidade;
·         Entrosar-se com associações locais e organizações afins, favorecendo a utilização da biblioteca como centro de informação cultural.
 4) Recreativos:
·         Contribuir para um melhor aproveitamento do tempo livre do usuário, proporcionando-lhe materiais que facilitem a recreação e o lazer;
·         Proporcionar entretenimento a grupos especiais da comunidade.

Fonte: Portfólio da BEM

Patrono:
                                         CLARICE LISPECTOR 



Nascida em 10 de dezembro de 1920, em Tchetchelnik, na Ucrânia. Sua família era de origem judaica, Pinkouss e Mania Lispector. Sua família veio para o Brasil em março de 1922, para a cidade de Maceió, Alagoas, onde morava Zaina, irmã de sua mãe. Nascida Haia Pinkhasovna Lispector, por iniciativa do seu pai, todos mudam de nome, e Haia passa a se chamar Clarice.
Em 1925 mudam-se para a cidade de Recife onde Clarice passa sua infância no Bairro da Boa Vista. Aprendeu a ler e escrever muito nova. Estudou inglês e francês e cresceu ouvindo o idioma dos seus pais o iídiche. Com 9 anos fica órfã de mãe. Em 1931 ingressa no Ginásio Pernambucano, o melhor colégio público da cidade.
Em 1937 muda-se com a família para o Rio de Janeiro, indo morar no Bairro da Tijuca. Ingressa no Colégio Silva Jardim, onde era frequentadora assídua da biblioteca. Ingressa no curso de Direito. Com 19 anos publica seu primeiro conto "Triunfo" no semanário Pan. Em 1943 forma-se em Direito e casa-se com o amigo de turma Maury Gurgel Valente. Nesse mesmo ano estreou na literatura com o romance "Perto do Coração Selvagem", que retrata uma visão interiorizada do mundo da adolescência, e teve calorosa acolhida da crítica, recebendo o Prêmio Graça Aranha.
Clarice Lispector acompanha seu marido em viagens, na carreira de Diplomata no Ministério das Relações Exteriores. Em sua primeira viagem para Nápoles, Clarice trabalha como voluntária de assistente de enfermagem no hospital da Força Expedicionária Brasileira. Também morou na Inglaterra, Estados Unidos e Suíça, sempre acompanhando seu marido.
Em 1948 nasce na Suíça seu primeiro filho, Pedro, e em 1953 nasce nos Estados Unidos o segundo filho, Paulo. Em 1959 Clarice se separa do marido e retorna ao Rio de Janeiro, com os filhos. Logo começa a trabalhar no Jornal Correio da Manhã, assumindo a coluna Correio Feminino. Em 1960 trabalha no Diário da Noite com a coluna Só Para Mulheres, e lança "Laços de Família", livro de contos, que recebe o Prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro. Em 1961 publica "A Maçã no Escuro" pelo qual recebe o prêmio de melhor livro do ano em 1962.
Clarice Lispector sofre várias queimaduras no corpo e na mão direita, quando dorme com um cigarro aceso, em 1966. Passa por várias cirurgias e vive isolada, sempre escrevendo. No ano seguinte publica crônicas no Jornal do Brasil e lança "O Mistério do Coelho Pensante". Passa a integrar o Conselho Consultivo do Instituto Nacional do Livro. Em 1969 já tinha perto de doze volumes publicados. Recebeu o prêmio do X Concurso Literário Nacional de Brasília.
A melhor prosa da autora se mostra nos contos de "Laços de Família" (1960) e de "A Legião Estrangeira" (1964). Em obras como "A Maçã no Escuro" (1961), "A Paixão Segundo G.H." (1961) e "Água-Viva" (1973), os personagens, alienados e em busca de um sentido para a vida, adquirem gradualmente consciência de si mesmos e aceitam seu lugar num universo arbitrário e eterno.
Clarice Lispector, escreveu "Hora da Estrela" em 1977, onde conta a história de Macabéa, moça do interior em busca de sobreviver na cidade grande. A versão cinematográfica desse romance, dirigida por Suzana Amaral em 1985, conquistou os maiores prêmios do festival de cinema de Brasília e deu à atriz Marcélia Cartaxo, que fez o papel principal, o troféu Urso de Prata em Berlim em 1986.
Clarice Lispector morreu no Rio de Janeiro em 9 de dezembro de 1977. de câncer no ovário e foi enterrada no cemitério Israelita do Caju.

              Obras de Clarice Lispector

Perto do Coração Selvagem, romance, 1944
O Lustre, romance, 1946
A Cidade Sitiada, romance, 1949
Alguns Contos, conto, 1952
Laços de Família, conto, 1960
A Maçã no Escuro,romance, 1961
A Paixão Segundo G.H., romance, 1961
A Legião Estrangeira, conto, 1964
O Mistério do Coelho Pensante, literatura infantil, 1967
A Mulher Que Matou os Peixes, literatura infantil, 1969
Uma Aprendizagem ou Livro dos Prazeres, romance, 1969
Felicidade de Clandestina, conto, 1971
Água Viva, romance, 1973
Imitação da Rosa, conto, 1973
A Via-Crucis do Corpo, conto, 1974
A Vida Íntima de Laura, literatura infantil, 1974
A Hora da Estrela, romance, 1977

(Com exceção de Alguns contos, a BEM do Grajaú possui todos os livros de Clarice Lispector) 


                       

                                          

                        


Biblioteca Escolar Municipal do Grajaú - Clarice Lispector
Rua José Vicente, 55, Telefone: 2214-3027
Perfil: https://www.facebook.com/bemgrajau.claricelispector.5?fref=ts
Twitter: @BemGrajau


Postado por: Claudia Rodrigues Gomes, subgerente da biblioteca e autora do livro O sumiço do macaquinho.

domingo, 21 de julho de 2013

Conheça a BEM da Glória

A Biblioteca Escolar Municipal da Glória - Pedro Nava é uma Biblioteca coordenada pela 2ª Coordenadoria Regional de Educação da Secretaria Municipal de Educação - RJ. Está localizada no segundo andar em um prédio residencial na Rua da Glória n. 214, no Bairro da Glória. Funciona de segunda a sexta-feira, de 9h às 17 h.



Salão de leitura

A Biblioteca dispõe de um espaço infantil, um salão de leitura e uma Gibiteca. Diariamente são realizados empréstimos de livros e consultas do seu acervo de livros, revistas e jornais.


Setor infantil




Missão

O princípio básico da BEM da Glória é divulgar, incentivar e estimular o gosto pela leitura oferecendo aos seus usuários, o livre acesso a informação. Para isso, disponibiliza para consultas e pesquisas, seu acervo composto por livros, jornais diários, revistas, exposições temáticas, arquivos de recortes, informações utilitárias, dentre outros. A biblioteca procura manter o acervo atualizado através de novos livros adquiridos através de doação e compra. 



Exposição do mês: FUTEBOL!




Estante das novas aquisições




 Breve Histórico

            A Biblioteca Escolar Municipal da Glória – Pedro Nava, anteriormente denominada Biblioteca Popular Municipal da Glória – Pedro Nava (antiga Biblioteca Regional da Glória) teve suas origens na antiga Biblioteca Central de Educação (BCE).

A BCE foi criada em 1932 e tinha como finalidade coordenar as bibliotecas escolares oficiais. Seria destinada aos professores e alunos da Prefeitura e de cursos superiores, porém, apenas para consulta local. A partir de 1962, a BCE passou a funcionar como biblioteca pública, ou seja, foi aberta ao público em geral e começou a fazer empréstimo domiciliar.  Durante algum tempo teve seu acesso interrompido, até que em 05/03/1975 foi inaugurada a Biblioteca Regional da Glória, mas devido a preciosidade de seu acervo, destinava-se somente a consulta local. A partir de 1986, foi instituído novamente o empréstimo domiciliar. 
Atualmente o acervo da biblioteca totaliza aproximadamente 50.000 mil exemplares formados por livros de literatura adulta, infantil e juvenil, periódicos, coleções especiais, gibis e outros materiais  informacionais.


     Fonte: Portfólio da BEM da Glória



O  Patrono:  Pedro Nava




Pedro da Silva Nava nasceu em Juiz de Fora, em 5 de junho de 1903  e morreu no Rio de Janeiro, em 13 de maio de 1984. Foi médico e escritor. Formou-se em Medicina na Universidade Federal de Minas Gerais em 1927 e participou da geração modernista de Belo Horizonte. Foi dos poucos não-juristas a assinar o Manifesto dos Mineiros. Foi o maior memorialista da literatura brasileira, autor de sete livros. Neles, Pedro Nava traçou um painel completo da cultura brasileira no século XX, incluindo costumes familiares e cultura popular.
Suas páginas sobre a medicina são das maiores da literatura brasileira. A Belo Horizonte dos anos vinte e o Rio Antigo aparecem em suas narrativas como uma força poética e uma profundidade observacional que muitas vezes se transformam em pura poesia, levando o leitor a um mundo mágico. Segundo Carlos Drummond de Andrade, "possuía essa capacidade meio demoníaca, meio angélica, de transformar em palavras o mundo feito de acontecimentos." Nava também possuía grande talento de pintor, e só não o foi profissionalmente por opção.



Cometeu suicídio com um tiro na cabeça aos 80 anos, numa praça do bairro da Glória, após ter atendido, em seu apartamento, a um misterioso telefonema. Cogita-se que Nava vinha sendo chantageado por um garoto de programa, informação encoberta pela imprensa à época. Ricardo Setti, em artigo publicado em Observatório da Imprensa, afirma que "Zuenir viu-se intensamente pressionado pelo meio cultural. De sua parte, considerava que o relato provinha de fonte pouco confiável. No final, passou as informações para a sede da revista em São Paulo, enviou a reportagem, contendo um curto parágrafo com a hipótese de chantagem sexual, mas manifestou vigorosamente sua oposição a que o parágrafo fosse publicado". Zuenir não colheu pessoalmente o relato do garoto de programa, mas os jornalistas que o fizeram consideraram seu testemunho bastante verossímil.

Obras

Biblioteca Escolar Municipal da Glória - Pedro Nava
Rua da Glória, 214 - 2º andar, Telefone: 2224-6257

Postado por Telma Maria de Oliveira, bibliotecária da BEM Glória

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Conheça a BEM de Copacabana – Carlos Drummond de Andrade

Histórico

A Biblioteca Escolar Municipal de Copacabana – Carlos Drummond de Andrade foi criada em 1954, na Av. Nossa Senhora de Copacabana. 

 Em 5 de novembro de 2007 foi inaugurada a Biblioteca Infantil Max Feffer em um patrimônio construído em 1929 pelo engenheiro Victor Villiot Martins, personagem importante da arquitetura carioca no início do século XX, na rua Sá Ferreira.



Atualmente as duas unidades formam uma só:  a Biblioteca Escolar Municipal de Copacabana - Carlos Drummond de Andrade/Max Feffer.


O patrono 

 
O patrono, no mundialmente conhecido calçadão!

Carlos Drummond de Andrade nasceu em 31 de outubro de 1902, em Itabira, interior de Minas Gerais. Ele vinha de uma família de fazendeiros em decadência. Estudou com os padres alemães do Verbo Divino no Colégio Arnaldo, em Belo Horizonte, e com os jesuítas no Colégio Anchieta, em Friburgo, no estado do Rio de Janeiro, de onde foi expulso por “insubordinação mental”. De volta a Belo Horizonte, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas. Em 1925 formou-se em Farmácia, por pressão da família, e casou-se com Dolores Dutra de  Moraes, uma das primeiras mulheres a trabalhar fora de casa em Belo Horizonte. Junto de outros escritores, fundou A Revista, importante veículo de afirmação do modernismo em Minas Gerais. Por conta do modernismo, entrou em contato com Mário de Andrade, e com ele manteve assíduas correspondências até a morte de Mário, em 1945. Trabalhou no serviço público e em 1934 foi para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Depois trabalhou no Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e se aposentou em 1962. 




Colaborou como cronista no Correio da Manhã e no Jornal do Brasil. Publicou diversas obras, tanto em poesia, quanto em prosa. Várias de suas obras foram traduzidas para o inglês, espanhol, francês, italiano, alemão e outros idiomas. Traduziu alguns escritores estrangeiros: Balzac, Choderlos de Laclos, Marcel Proust, García Lorca, François Mauriac e Molière. Por muitas décadas foi considerado o poeta mais influente da literatura brasileira em seu tempo. Viveu muitos anos em Copacabana e era em um banco no calçadão da praia de Copacabana que ele gostava de ficar nos finais de tarde. Morreu em 17 de agosto de 1987 no Rio de Janeiro, dias depois da morte da sua filha única, Maria Julieta Drummond de Andrade.


 



Fonte:
Drummond, testemunho da experiência Humana (livro)


  
Obra literária

Poesia

    Alguma Poesia (1930)
    Brejo das Almas (1934)
    Sentimento do mundo (1940)
    José (1942)
    A Rosa do Povo (1945)
    Claro Enigma (1951)
    Fazendeiro do ar (1954)
    Quadrilha (1954)
    Viola de Bolso (1955)
    A vida passada a limpo (1959)
    Lição de Coisas (1962)
    Boitempo (1968)
    A falta que ama (1968)
    Nudez (1968)
    As Impurezas do Branco (1973)
    Menino Antigo (Boitempo II) (1973)
    A Visita (1977)
    Discurso de Primavera e Algumas Sombras (1977)
    O marginal Clorindo Gato (1978)
    Esquecer para Lembrar (Boitempo III) (1979)
    A Paixão Medida (1980)
    Caso do Vestido (1983)
    Corpo (1984)
    Eu, etiqueta (1984)
    Amar se aprende amando (1985)
    Poesia Errante (1988)
    O Amor Natural (1992)
    Farewell (1996)
    Os ombros suportam o mundo(1935)
    Futebol a arte (1970)
    Naróta do Coxordão (1971)
    Da utilidade dos animais

Antologia poética

    A última pedra no meu caminho (1950)
    50 poemas escolhidos pelo autor (1956)
    Antologia Poética (1962)
    Antologia Poética (1965)
    Seleta em Prosa e Verso (1971)
    Amor, Amores (1975)
    Carmina drummondiana (1982)
    Boitempo I e Boitempo II (1987)
    Minha morte (1987)

Infantis

    O Elefante (1983)
    História de dois amores (1985)
    O pintinho (1988)
    Rick e a Girafa 7

Prosa

    Confissões de Minas (1944)
    Contos de Aprendiz (1951)
    Passeios na Ilha (1952)
    Fala, amendoeira (1957)
    A bolsa & a vida (1962)
    A minha Voda (1964)
    Cadeira de balanço (1966)
    Caminhos de João Brandão (1970)
    O poder ultrajovem e mais 79 textos em prosa e verso (1972)
    De notícias & não-notícias faz-se a crônica (1974)
    Os dias lindos (1977)
    70 historinhas (1978)
    Contos plausíveis (1981)
    Boca de luar (1984)
    O observador no escritório (1985)
    Tempo vida poesia (1986)
    Moça deitada na grama (1987)
    O avesso das coisas (1988)
    Auto-retrato e outras crônicas (1989)

    As histórias das muralhas (1989)

BEM de Copacabana – O que aconteceu


Para comemorar os 100 anos de Vinícius de Moraes, a BEM de Copacabana, em conjunto com a Escola Municipal Presidente José Linhares, o Bairro Educador Adilson e o coral Harmonicanto apresentaram a ARCA DE VINÍCIUS no dia 24 de maio de 2013. As turmas e o coral fizeram apresentações e foram feitas leituras de poemas do Vinícius por parte dos alunos e dos professores.





Atividades de Julho


Lendo com meu filho

Uma caixa contendo sugestões de livros de poesia, folclore, contos de fadas, livro-brinquedo e literatura nacional fica à disposição dos pais que quiserem desfrutar do espaço da biblioteca com os seus filhos. 



Férias: vamos ler?

        Várias sugestões de livros estão expostas para que o leitor escolha o seu e aproveite as férias.

Arte na banheira

        Livros de arte estão expostos num lugar todo especial da casa: a banheira.

Maratona Guimarães Rosa

       


 Os livros expostos fazem parte da bibliografia da Maratona Guimarães Rosa e servem de apoio para os alunos das escolas participantes.

O que vem por aí



 Folclore 



Ozzy, o mascote da BEM, 
preparado para festejar o Folclore no seu Boi-Bumbá! :)


Biblioteca Escolar Municipal de Copacabana - Carlos Drummond de Andrade/Max Feffer
Rua Sá Ferreira, 80, Telefone: 2227-0783/2267-5561
E-mail: bibliocopa@rioeduca.net

Postado por Adriana de Cristo Dias Oliveira
Subgerente da BEM



        

terça-feira, 16 de julho de 2013

Conheça a BEM do Rio Comprido - Aluísio Azevedo

Localizada numa simpática casa como de vila, a Biblioteca Escolar Municipal do Rio Comprido está aberta todos os dias, de segunda a sexta, de 9 às 17h. Lá você pode encontrar livros de boa Literatura para todas as idades, revistas atuais, jornais diários e uma interessante coleção de gibis!





Biografia do Patrono

Representante significativo da corrente Realista-Naturalista da literatura brasileira, Aluísio Tancredo Gonçalves de Azevedo chegou a trabalhar como caixeiro, caricaturista, jornalista, romancista e diplomata. Nasceu em São Luís do Maranhão, em 14 de abril de 1857, e morreu de miocardite na cidade de Buenos Aires, Argentina, em 21 de janeiro de 1913.

Filho de um casamento não legitimado entre um vice-cônsul português e uma brasileira e irmão mais novo do dramaturgo Artur Azevedo, Aluísio parte para o Rio de Janeiro em 1876 para estudar na Imperial Academia de Belas Artes e em seguida passa a trabalhar como caricaturista e ilustrador em jornais políticos e de humor como O Mequetrefe, O Fígaro e Zig-Zag. Após a morte do pai, em 1878, regressa a São Luís do Maranhão para ajudar a família e um ano mais tarde publica “Uma lágrima de mulher” - sua primeira obra ficcionista ainda com fortes resquícios do Romantismo.

A publicação em 1881 do romance naturalista “O Mulato” causa polêmica na sociedade maranhense e ao mesmo tempo faz sucesso na Corte Imperial. Seu escritor, então, parte de volta ao Rio de Janeiro. A princípio para se manter, publica dois folhetins em jornais, mas logo em seguida retorna à observação e análise de alguns problemas da sociedade de sua época nos romances “Casa de pensão” (1884) e “O cortiço” (1890). Este último era parte de um projeto ambicioso onde retrataria em cinco livros um grande painel da sociedade brasileira. Infelizmente o projeto não foi levando adiante.









Em 1895 entra para a carreira diplomática. Dois anos depois é eleito para a Academia Brasileira de Letras.

Depois de trabalhar alguns anos como cônsul em países como Espanha, Japão, Argentina, Inglaterra e Itália, Aluísio de Azevedo vem a falecer no seu último posto diplomático na cidade de Buenos Aires, Argentina, em 21 de janeiro de 1913 deixando vários romances, contos e crônicas, além de peças de teatro.


Referências bibliográficas:

DIMAS, Antônio. O zigzague de um intelectual sensível. In: AZEVEDO, Aluísio. Aluísio Azevedo. São Paulo: Abril Cultural, 1980. p. 3-8. (Literatura Comentada).

Obras:

Os doidos (1879); 
Uma lágrima de mulher, (1880);
O mulato, romance (1881)*;
Flor-de-lis (1882); 
Casa de Orates (1882);
Mistérios da Tijuca, romance (1882; reeditado: 
Girândola de amores*
Memórias de um condenado (1882; reeditado: 
A condessa Vésper*; 
Casa de pensão, romance (1884)*; 
Filomena Borges, romance (publicado em folhetins na Gazeta de Notícias, 1884)*
O caboclo (1886); 
O homem, romance (1887)*;
Fritzmack (1889); 
A República (1890); 
O coruja, romance (1890)*;
O cortiço, romance (1890)*; 
Um caso de adultério (1891); 
Em flagrante (1891); 
Demônios, contos (1895); 
A mortalha de Alzira, romance (1894);
Livro de uma sogra, romance (1895)*;
Pegados (1897);
O touro negro (publicação póstuma, 1938).

(*) Títulos que constam no acervo da BEM.

Faça uma visita! 

 Biblioteca Escolar Municipal do Rio Comprido - Aluísio de Azevedo
Travessa Nestor Vitor, 64 (transversal à R. Haddock Lobo) 
Telefone: 2204-0112

Postado por Claudio Márcio Ribeiro Maia
Subgerente da BEM